sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Seja um profissional disputado #SemanaDoEmprego


12/11/2015
 - Seja um profissional disputado #SemanaDoEmprego

Com dicas de como se sobressair no mercado de trabalho, principalmente neste momento de crise, Daniel Borges, gerente de recrutamento do Google América Latina, discute as estratégias que podem ajudar os candidatos a ser o profissional que toda empresa gostaria de ter.
O mercado de trabalho no Brasil tem hoje 9 milhões de pessoas em busca de emprego, segundo dados recentes do IBGE. Diante disso, é necessário que os profissionais sejam mais competitivos, porque a concorrência é alta.
Análise curricular, dinâmica de grupo e testes e, por fim, entrevista. O processo de disputa para uma vaga é longo e, por isso, é necessária dedicação em as etapas. “O currículo, por exemplo, é a chave para a entrevista. Nele você precisa colocar tudo o que for interessante para o recrutador chamá-lo para conversar… Por isso, é importante ter certeza que você está colocando informações relevantes sobre a sua experiência profissional, com frases curtas e simples”, explica o gerente de recrutamento do Google América Latina, Daniel Borges.
Em sua palestra na Semana do Emprego, o especialista também aproveitou para desmitificar alguns pontos importantes das dinâmicas em grupo. “Na dinâmica, minha dica é: seja você mesmo. Os focos devem ser ter calma, se comunicar claramente, participar e contribuir”, descreve.
Já para o momento da entrevista, as orientações do Daniel são tranquilidade e preparação. “Entrevista é prática. Então pratique, pratique e pratique. Também é preciso entender o negócio e a cultura da empresa e estar preparado para relacionar sua experiência com o que está sendo buscado para a vaga. Assim, você não será pego de surpresa”.
As empresas buscam profissionais com perfil empreendedor, pessoas que sejam autogerenciáveis e que por iniciativa própria comecem a trazer resultados. Conhecimentos técnicos, específicos para a função, comunicação e trabalho em equipe são as competências mais importantes num processo seletivo.
Quer conferir todas as dicas dadas pelo Daniel? Confira a palestra “Seja um profissional disputado pelas grandes empresas” da Semana do Emprego da Catho, e descubra como ser um profissional desejado por grandes empresas!

O que você precisa saber para se dar bem na entrevista

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11/11/2015 - O que você precisa saber para se dar bem na entrevista

Entrevistas de emprego sempre deixam candidatos apreensivos, afinal é a porta de entrada para uma nova oportunidade de emprego. É impossível prever cada pergunta, ou questionamento que será feito, porém há boas dicas que podem ajudar profissionais a se prepararem.ue você precisa saber para se dar bem na entrevistaAutor: Roni Silva
More Sharing ServicesCompartilhe|Share on emailShare on printEntrevistas de emprego sempre deixam candidatos apreensivos, afinal é a porta de entrada para uma nova oportunidade de emprego. É impossível prever cada pergunta, ou questionamento que será feito, porém há boas dicas que podem ajudar profissionais a se prepararem.


A ansiedade, o nervosismo e a insegurança são sentimentos comuns nestas situações em que se é avaliado, porém eles podem contar pontos contra você numa entrevista de emprego. Uma boa dica para se libertar e sentir-se mais calmo, é pensar que se você foi chamado para entrevista significa que há interesse em seu perfil profissional, ou seja, você já passou por uma pré-seleção e foi escolhido.
Outra dica importante é pesquisar. Procure o máximo de informações sobre a empresa, seu ramo de atuação e a área em que você irá atuar. Saiba de antemão todas as informações sobre a vaga que você concorre, estas informações o ajudará, pois mostra o seu interesse pela organização e pela oportunidade oferecida.
Normalmente tudo o que o recrutador sabe de um profissional está no currículo enviado antes das entrevistas, portanto, saiba contar tudo o que está no seu currículo de maneira objetiva, mas que deixe claro as informações. O seu currículo é um guia da sua vida profissional, faça com que ele seja coerente dando mais detalhes sobre a sua carreira.
Ainda tem dúvidas sobre entrevistas de emprego? Assista à palestra de Kaline Barreira, Coordenadora de Recrutamento e Seleção da Catho, e confira as orientações da especialista para se preparar e demonstrar confiança durante a conversa com o entrevistador.

O que os RH’s e o mercado esperam de você?

13/11/2015 - O que os RH’s e o mercado esperam de você? #SemanaDoEmprego

Com um mercado de trabalho cada vez mais enxuto, o que é mais difícil: conseguir um emprego ou contratar? O processo de seleção de candidatos, que já não é fácil, fica ainda mais complicado no cenário atual. Confira a seguir a percepção de profissionais de RH de grandes empresas sobre o momento que o Brasil e o mercado de trabalho brasileiro estão passando.
E quando a oportunidade aparece, o que o candidato deve fazer para garantir a contratação? Segundo Roberto Spuri, diretor sênior de Desenvolvimento de Negócios de Human Capital Management da Oracle, o segredo está na autoestima.
Quer conferir todas as dicas da “Mesa Redonda: o que os RH’s e empresas esperam de você?”, palestra da Semana do Emprego da Catho? Assista ao vídeo abaixo e confira!

Um cenário de crise impõe mudanças à dinâmica de contratações e ao mercado de trabalho. Entretanto, mesmo neste período de desaceleração da economia, as oportunidades ainda existem e as empresas continuam a buscar talentos.
“Hoje, como o número de pessoas desempregadas no mercado é maior, isso dá aos recrutadores a oportunidade de serem mais exigentes na hora de avaliar um candidato”, avalia Thiago Candis, coordenador de aquisição de talentos da Netshoes.
“Como profissional de RH, vejo que ainda falta qualificação. Quem está buscando uma oportunidade, não pode deixar de investir na carreira”, comenta Daniela Carvalho, gerente de Atração de Talentos do Walmart.com.
Outro dificultador hoje, segundo ela, são o medo e a resistência a mudanças de boa parte dos candidatos. “A gente vai em busca de um profissional que está empregado, com uma boa proposta para oferecer, mas ele não arrisca tanto. Hoje é comum eu agendar uma dinâmica de grupo na empresa e ter menos da metade da sala”, completa.
“Isso pesa muito no momento da avaliação. A contratação não depende só da qualificação profissional, mas da atitude e do comportamento do profissional. Então, ele tem de ter a plena convicção que possui os elementos que vão fazer com que as organizações o enxergue como um forte candidato”, explica o diretor.
O mercado está difícil e as oportunidades reduzidas, em função do cenário econômico. O candidato busca uma posição no mercado e, ao mesmo tempo, as organizações não encontram a quantidade e a qualidade de candidatos que elas imaginavam… Então, o candidato precisa saber se valorizar. “O indivíduo que se candidata a uma vaga tem que ser o protagonista do sucesso da contratação dele, levando para o entrevistador a melhor qualidade que ele tem”, complementa Spuri.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Acesso e permanência na Educação Básica

Acesso e permanência na Educação Básica
Quero começar este texto dizendo como é fundamental planejar a educação de um cidadão que estar iniciando a sua vida em um mundo de conhecimento e vivencia humana.
Se acompanharmos as notícias de Educação veremos uma grande diferença nesse sistema básico, ou seja, cada município deste país  é responsável de iniciar a criança neste estágio ; E analisamos quanta diferença existente  entre municípios, onde se destacam e outros sofre com suas estruturas básicas desde a falta de quites escolares, salas de aulas insuficientes ,professores poucos qualificados para a demanda ,ausência de um transporte para deslocamento de áreas longe do local  escolar, e principalmente a falta de gestão por partes das autoridades que tratam essa questão como fossem apenas uma desculpa de falta de caixa $.
Tenho a convicção que estaremos  perdido nesse sistema tão frágil de enxergarmos o futuro  deixando de cobrar os direitos que são adquiridos na Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) deve ser gerida e organizado dentro da lei 9394/96
Tenho a conclusão que o Estado em seus conceitos são bem elaborados e até um exemplo internacional em suas Leis e Diretrizes, mas na prática não são planejados total e as vezes parcialmente aplicados como já citei antes com a famosa desculpa de falta de caixa $.
Venho também relatar que as pessoas que formaram as Leis estão esquecendo de um fator muito importante que a nação só é nação quando a sociedade participa no processo educacional exigindo os seus direitos e cumprindo os deveres com compromisso de  fiscalizar, cobrar essa participação; Venho dizer novamente que esses conceitos de vivencia de nossa sociedade é o fruto daqueles que lutaram em épocas remotos e as transformações são acrescentadas para melhoria de todos na visão que educação é melhor arma de defesa para um país avançado.   
Segue abaixo um contexto de realidade vista hoje no Brasil.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Conhece os 5 “W” das vendas?

Conhece os 5 “W” das vendas?

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5W
Ok. Sei que não existem 5 palavras em português que possam começar com W e estarem relacionadas com as vendas. As palavras originais estão em inglês e se usasse a sua tradução ficariam “Q”,”O”,”O”,”Q”,”P”, convenhamos que é algo difícil de ser compreendido. Agora que já expliquei os “W”, quero falar do que este artigo vai abordar.
No processo de formação e treino de vendedores há geralmente duas coisas que tentamos focar. A primeira é incutir nos formandos a confiança para executar os contatos com os potenciais clientes. A segunda é a atitude que ele deve ter quando as coisas não correm bem. Para que a atitude não cause o pânico de ficar sem saber o que dizer ou fazer é que passo a descrever os 5 “W”. Tenho a certeza que vão ajudar a superar esta deficiência.

WHO? (Quem?)

Saber exatamente para quem vai ligar para tentar vender ou agendar uma reunião é a resposta a esta questão. Na maioria das vezes um vendedor precipitado pensa que basta o nome da empresa. Esquecem que do outro lado está uma telefonista (ou secretária) muito bem preparada para não passar a chamada de qualquer pessoa, muito menos dar o nome do decisor. Já escrevi artigos onde apresento várias maneiras de conseguir encontrar o decisor.

WHAT? (O Quê?)

Pior do que não saber com quem vai falar, é não estar preparado para o que dizer. A preparação de um discurso ou guião prévio é a chave para o sucesso de um contato. Ir com o “peito aberto a balas” e pensar que a conversa vai fluir positivamente é um erro crasso.

WHERE? (Onde?)

Não é responder que é por telefone ou pessoalmente. Estamos cada vez mais num mundo virtual e a melhor forma de conseguir encontrar e ser encontrado é através das redes sociais de negócios como o Linked In. A resposta que tem que pensar é onde vai encontrar o seu potencial cliente. De certeza que o decisor dentro desta empresa está na internet. Pesquise, procure encontrar toda a informação que permita melhor conhecer a empresa e as pessoas que interessam dentro dele.

WHEN? (Quando?)

A maior dúvida que assola quem faz contatos telefónicos e saber se tem que ligar de manhã ou a tarde. Logo as 09h00 ou mais perto da hora do almoço? Depois do almoço ou ao fim do dia? Pensar muito para encontrar o melhor horário não vai servir de absolutamente nada. Pegue no telefone e ligue. Se fez bem os 3 “W” anteriores, a hora ou o momento que vai usar não tem o menor interesse. O mínimo que pode acontecer é dizerem que deve ligar a partir da hora X ou Y. mais nada. Perca o medo e pegue no telefone por favor.

WHY? (Porque?)

Pense seriamente no maior motivo pelo qual o seu potencial cliente lhe vai atender o telefone. O que ele vai ouvir (ver ou experimentar) é do interesse dele? É motivador o suficiente para ele despender mais que 30 segundos consigo? Encontrar e apresentar a solução certa para um potencial problema é o que vai fazer o seu interlocutor querer continuar a falar consigo. Quanto mais você for convincente e esclarecedor, maior será a sua confiança e capacidade de “engajar” o potencial cliente.
E é isso. Para a semana trago um novo artigo que o vai ajudar a vender mais. Só me resta dizer uma coisa: Muito obrigado, pense nisso e boas vendas.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

5 Sinais de que se Tornar um Franqueador Pode Não ser o Melhor Para Você

5 Sinais de que se Tornar um Franqueador Pode Não ser o Melhor Para Você

5-sinais-de-que-tornar-se-um-franqueador-pode-nao-ser-o-melhor-para-voceAdotar o franchising como estratégia de expansão exige do empresário conhecer bem o funcionamento do sistema. Acontece que este sistema tem suas “rosas e espinhos”, e é preciso conhecer bem, principalmente os espinhos, para evitar aborrecimentos futuros. Para ajudar nessa missão, confira os 5 sinais de que tornar-se um franqueador pode não ser o melhor para você e, saiba se você está realmente preparado.
1. O dia-a-dia operacional
Não é nada fácil a vida de franqueador, além da administração de sua unidade própria, de lidar com o dia a dia operacional, produzir, vender, conquistar clientes, motivar equipe entre outras atividades, tem ainda que cuidar do relacionamento com os candidatos à franquia e com os franqueados da rede. Por isso, é fundamental estruturar-se bem, dividindo as funções com uma equipe competente, ou terceirizar, por exemplo, a captação e/ou atendimento a candidatos, e aos franqueados em áreas bem específicas.
2. O processo de concessão de franquias
O processo de concessão de franquias, na maioria das vezes, é demorado, e exige um ritual, que deve ser rigorosamente seguido, de acordo com as exigências de cada franquia em particular, para que a seleção tenha mais chances de acerto.
3. A qualidade do atendimento prestado aos clientes em unidades próprias e franqueadas
No dia a dia de funcionamento das unidades franqueadas a questão do atendimento a clientes merece especial atenção. Por mais que o franqueador treine o franqueado e equipe, o aprendizado em muitos casos é lento, especialmente em relação ao conceito de negócio da franquia, que deve ser bem assimilado por toda a equipe. Além disso, a rotatividade de pessoal é mais alta em determinados segmentos, devido às dificuldades em encontrar mão de obra com a qualidade esperada.
4. A manutenção dos padrões da franquia
Para assegurar que os padrões da franquia sejam mantidos, o sistema de franchising prevê a figura do consultor ou supervisor de campo, cujo papel é efetuar o acompanhamento, reciclar a equipe e supervisionar os detalhes da operação. Este é um importante item do sistema, mas considerando sobretudo a  dimensão territorial do Brasil, muitas vezes torna-se oneroso para a franquia manter a supervisão com a periodicidade ideal. Neste aspecto, a empresa franqueadora pode adotar um software de gerenciamento da rede que permite acompanhar, via internet o desempenho diário das unidades franqueadas.
5. A questão logística de fornecimento de produtos
Falando em dimensão territorial, se a sua empresa comercializa produtos e será também a fornecedora dos mesmos para os franqueados, é preciso estar atento também à questão dalogística e as dificuldades relacionadas às distâncias e custos que  ela representa. É preciso fazer com que os produtos cheguem ao ponto de venda no tempo e condições adequadas, e com os custos que o negócio comporta, ou seja o preço de venda ao consumidor precisa ser competitivo no mercado em que está a franquia.
Por mais que se cuide do processo de seleção, as redes correm sempre o risco de ter franqueados que não administram adequadamente suas unidades, não seguem os padrões e diretrizes da franquia e ainda culpam o franqueador.
Vida de franqueador é assim: presente nos bons momentos, e às vezes crucificado nos piores, mesmo que procure fazer bem sua parte. É por estas e outras que cabem às empresas franqueadoras se estruturarem bem e contar com a assistência de especialistas, que possam contribuir para a franquia corrigir as falhas em tempo hábil, e seguir em frente, colhendo ao longo do caminho muito mais “rosas que espinhos”.